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Primeira edição em português do Almanaque O Cavaleiro Azul, realizada em parceria entre a Edusp e o Museu Lasar Segall celebrando o centenário da publicação. O Almanaque foi publicado em Munique em 1912, planejado para ser seguido por outros volumes em intervalos irregulares, reunindo o mais novo movimento da pintura na França, Alemanha e Rússia, e mostra seus sutis elos de ligação com o gótico e os primitivos, com a África e o Oriente, com as artes popular e infantil, tão expressivas e naturais, e especialmente com o mais moderno movimento musical na Europa e as novas ideias das artes cênicas de nosso tempo, conforme texto de Franz Marc no folheto de divulgação. Sobre ele, Kandinsky Marc e eu entregamo-nos à pintura, mas apenas ela não nos bastava. Tive, então, a ideia de um livro sintético, que apagaria as concepções estreitas e faria tombar os muros entre as artes, entre a arte oficial e aquela proibida, e que comprovaria finalmente que a questão da arte não é uma questão de forma, mas do conteúdo artístico.
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Almanaque O Cavaleiro Azul, Wassily Kandinsky
- Language
- Released
- 2013
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- (Hardcover)
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- Title
- Almanaque O Cavaleiro Azul
- Language
- Portuguese
- Authors
- Wassily Kandinsky
- Publisher
- Ed. da Univ. de São Paulo
- Released
- 2013
- Format
- Hardcover
- Pages
- 307
- ISBN10
- 8531414296
- ISBN13
- 9788531414299
- Series
- Tags
- Non-Fiction, Art & Culture
- Rating
- 4 out of 5
- Description
- Primeira edição em português do Almanaque O Cavaleiro Azul, realizada em parceria entre a Edusp e o Museu Lasar Segall celebrando o centenário da publicação. O Almanaque foi publicado em Munique em 1912, planejado para ser seguido por outros volumes em intervalos irregulares, reunindo o mais novo movimento da pintura na França, Alemanha e Rússia, e mostra seus sutis elos de ligação com o gótico e os primitivos, com a África e o Oriente, com as artes popular e infantil, tão expressivas e naturais, e especialmente com o mais moderno movimento musical na Europa e as novas ideias das artes cênicas de nosso tempo, conforme texto de Franz Marc no folheto de divulgação. Sobre ele, Kandinsky Marc e eu entregamo-nos à pintura, mas apenas ela não nos bastava. Tive, então, a ideia de um livro sintético, que apagaria as concepções estreitas e faria tombar os muros entre as artes, entre a arte oficial e aquela proibida, e que comprovaria finalmente que a questão da arte não é uma questão de forma, mas do conteúdo artístico.