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"Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente.Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaios de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos atores de no, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shoji , a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade.
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Elogio da Sombra (Portuguese Edition), Margarida Gil Moreira, Tanizaki Jun’ichirō
- Language
- Released
- 2016
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- (Paperback)
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- Title
- Elogio da Sombra (Portuguese Edition)
- Language
- Portuguese
- Publisher
- Relógio D'Água Editores
- Released
- 2016
- Format
- Paperback
- Pages
- 75
- ISBN10
- 9896415862
- ISBN13
- 9789896415860
- Series
- Tags
- Non-Fiction, Art & Culture, Social Sciences, Historical Themes, History, True Stories, Hobby, Fine Art, Philosophical Topics, Painting & Sculpture, Art, Architecture, Architecture & Urbanism, Philosophy, Opinion Journalism & Essays, Crafts, Japan, Art History & Criticism, Culture, Japanese Literature, Cultural History, Customs and Traditions, Aesthetics, Treasures, Essay, Pottery, Shadow, Japanese Culture
- First published
- 1933
- Original title
- 陰翳礼讃 Inei raisan
- Rating
- 4 out of 5
- Description
- "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente.Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaios de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos atores de no, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shoji , a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade.


