Explore the latest books of this year!
Bookbot

The Complete Persepolis

Parameters

  • 341 pages
  • 12 hours of reading

More about the book

O que é melhor - viver num país repressivo, onde todo mundo se mete onde não foi chamado, ou num país livre, mas que deixa pessoas morrerem de frio nas ruas? Essa é a reflexão que Marjane Satrapi faz em ´Persépolis 4´. Depois de assistir à revolução islâmica aos dez anos de idade (vol. 1), ver seu país se dilacerar na guerra contra o Iraque (vol. 2), se auto-exilar na Áustria aos catorze anos e quase morrer de frio nas ruas de Viena, depois de levar um fora do namorado (vol. 3), ela reencontra o Irã, suas referências afetivas, e pisa com os dois pés na vida adulta. Marjane se depara com a cultura da morte em cada esquina de Teerã - prédios destruídos, ruas rebatizadas com nomes de mártires, amigos mortos ou mutilados. Perto de perder um braço, a casa ou um filho, cuspir sangue numa noite de frio não era nada. Marjane custa a se livrar do sentimento de culpa, mas depois tenta se integrar de fato - dá aulas de aeróbica, começa a namorar, entra na universidade de artes e por fim se casa. Os novos amigos também ajudam a criar formas de driblar a repressão permanente. Não é fácil - as situações vão do absurdo (na aula de desenho, o modelo ´nu´ aparece na sala de aula coberto por um chador, mostrando apenas o rosto) ao trágico (o amigo que despenca de um prédio, ao fugir da polícia, durante uma festa). No final, mais uma partida, desta vez menos triste - para a França, onde ela se consagraria como uma das grandes novidades mundiais dos quadrinhos.

Book purchase

The Complete Persepolis, Marjane Satrapi

Language
Released
2008
Binding
(Other)
We’ll email you as soon as we track it down.

Payment methods

No one has rated yet.Add rating

Title
The Complete Persepolis
Language
English
Released
2008
Format
Other
Pages
341
ISBN10
1435276256
ISBN13
9781435276253
Series
Description
O que é melhor - viver num país repressivo, onde todo mundo se mete onde não foi chamado, ou num país livre, mas que deixa pessoas morrerem de frio nas ruas? Essa é a reflexão que Marjane Satrapi faz em ´Persépolis 4´. Depois de assistir à revolução islâmica aos dez anos de idade (vol. 1), ver seu país se dilacerar na guerra contra o Iraque (vol. 2), se auto-exilar na Áustria aos catorze anos e quase morrer de frio nas ruas de Viena, depois de levar um fora do namorado (vol. 3), ela reencontra o Irã, suas referências afetivas, e pisa com os dois pés na vida adulta. Marjane se depara com a cultura da morte em cada esquina de Teerã - prédios destruídos, ruas rebatizadas com nomes de mártires, amigos mortos ou mutilados. Perto de perder um braço, a casa ou um filho, cuspir sangue numa noite de frio não era nada. Marjane custa a se livrar do sentimento de culpa, mas depois tenta se integrar de fato - dá aulas de aeróbica, começa a namorar, entra na universidade de artes e por fim se casa. Os novos amigos também ajudam a criar formas de driblar a repressão permanente. Não é fácil - as situações vão do absurdo (na aula de desenho, o modelo ´nu´ aparece na sala de aula coberto por um chador, mostrando apenas o rosto) ao trágico (o amigo que despenca de um prédio, ao fugir da polícia, durante uma festa). No final, mais uma partida, desta vez menos triste - para a França, onde ela se consagraria como uma das grandes novidades mundiais dos quadrinhos.